Havia algo no ar naquela manhã. Um som que não vinha de fora, vinha de dentro.
No dia 29 de abril, eu vivi uma experiência que não passou despercebida. Antes mesmo de qualquer notícia, antes de qualquer imagem, eu vi. Senti. E registrei.
Cinco dias depois, o mundo conheceu o que minha alma já carregava.
Diante disso, fiz o que minha consciência espiritual me ensinou ao longo da vida: Registrei. E orei.
Nesta reflexão profunda, te convido a questionar os limites da percepção humana e a considerar que, talvez, nem tudo que sentimos seja apenas imaginação.
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Joaquina Donato


